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setembro 27, 2018

2016, o álbum!
















tento fazer sempre um álbum por ano, com as nossas melhores fotos, os melhores momentos, o que queremos recordar, o que não queremos mesmo esquecer. por norma, aproveito o final  do ano em que há sempre promoções e consigo fazer dois álbuns pelo preço de um.
dá-me sempre imenso gozo escolher, passear-me pelas fotos, relembrar quando e onde estivemos e a fazer o quê. por vezes, até consigo lembrar-me de alguma coisa mais caricata que tenha acontecido. 

também guardo sempre algumas páginas para fotos do Instagram, que muitas vezes traduzem momentos flash que me trazem muitas emoções. estou a terminar o álbum de 2016, um ano que não foi muito fácil, mas que teve muitos bons momentos.  escolhi estas fotos do IG, o Rodrigo com seis anos e o Duarte com três, tão pequeninos, parece que foi há uma eternidade... não deixem mesmo de passar algumas das milhares de fotos que ficam esquecidas no disco rígido para o papel. vale mesmo a pena rever as expressões, as experiências vividas, e mais que tudo, contar-lhes as histórias deles, com imagens reais!


Sofia**



P.S.: também podem querer ler alguns dos nossos posts aqui! ;)





setembro 05, 2018

o problema dos psicólogos...

hoje enquanto passeava os olhos pelo facebook vi, em letras garrafais, uma publicação com uma frase de um psicólogo (que por acaso não admiro!) e que tem uma rúbrica frequente na tv: "as crianças têm que ser contrariadas, temos que lhes dizer que não!"



ora, não que eu discorde, claro que não podemos nem devemos dizer que sim a tudo às criaturinhas cá (aí) de casa, mas o problema é o que se retira destas publicações. basta lermos alguns comentários para percebermos que a maioria das pessoas não lê o artigo completo, ataca ou defende o assunto consoante o que lhe dá mais jeito, o que acha mais correcto fazer. logo em seguida podemos dar de caras com outra frase a negrito, de outro psicólogo/a a defender que devemos dizer sim mais vezes aos nossos filhos, que o não pode destruir-lhes a auto-estima... e mais uma vez, poucos vão ler o conteúdo. e enquanto uns defendem a sua opinião na caixa de comentários, outros (muitos) ficam a remoer os seus sentimentos de culpa, ora porque estão sempre a dizer que não ora porque estão a destruir a auto estima dos filhos, os seus bens mais adorados. a confusão pode dar lugar à incoerência, ou até ao a um encolher de ombros, porque assim como assim, vão estar sempre a errar.

nesta coisa da parentalidade há que ter muito bom senso. sim, a psicologia é uma óptima aliada na educação e desenvolvimento da criança, sim há profissionais muito bons e com boas dicas para orientar quem se sentir mais perdido, MAS, há que saber filtrar a informação (que hoje em dia é exagerada) e saber seguir o instinto de mãe (e pai)! ler apenas as letras gordas pode levar a muitos desenganos, a culpas desnecessárias, a contradições que só colocam mais stress nesta função maravilhosa e desafiante que é educar uma criança!
o problema não são os psicólogos, às vezes o problema é estarem cada vez mais onde menos fazem falta!



Sofia**











julho 30, 2018

4 meses e uns dias depois...

...finalmente, vejo-me novamente sentada ao teclado, pronta para actualizar este blogue!





em quase 7 anos, nunca estive tão ausente da escrita como neste período, mas foi uma pausa necessária. Houve alturas em que não vim por falta de tempo, outras por falta de inspiração ou por achar que não tinha nada de mais para dizer. ultimamente, eu própria tenho tido menos paciência para a leitura de blogues, ás vezes parece que dizem todos o mesmo (?) e não quis cair no mesmo erro. também cheguei a ponderar a fechar esta página e criar outra completamente diferente, na forma e nos conteúdos (esta última não está posta de parte). 
mas este blogue teve como propósito maior ser uma espécie de diário de bordo onde, entre outras coisas, escrevo sobre acontecimentos banais mas dignos de serem lembrados, meus e da minha família, e por isso tenho tentado registar tudo na memória e em apontamentos na agenda para que não me esqueça de datas e detalhes do tanto que se tem passado nestes últimos meses, para que agora possa partilhar e guardar para mais tarde ler(mos). escrever também faz parte de mim e tem-me feito falta!


uma grande viagem, o crescimento dos meus filhos, o meu crescimento pessoal, apontamentos do dia a dia e uma grande novidade. espero que esta silly season me sirva para vir mais aqui, escrever tudo neste meu diário e partilhar com quem nos segue e gosta de me ler... talvez numa esplanada, num areal ou numa queda d'água linda e escondida por aí!!



Até já. Volto com novidades! ;)















fevereiro 16, 2018

Carnaval










cresci numa terra em que o Carnaval é uma tradição. desde sempre, desde que me lembro que esta é uma altura em que a vila (agora cidade) se move toda em prol das fantasias, dos carros, dos grupos alegóricos e iluminação. era difícil fugir, ou pelo menos não ficar com um bichinho. desfilei vários anos na minha adolescência, em escolas de samba e carros alegóricos, passei muito frio (ah, pois é, não estamos no Rio!) mas também me diverti muito.

duas coisas distinguiam o Carnaval de Sines de todos os outros: o desfile noturno e as convidadas, sempre estrelas de novelas brasileiras. não houve Carnaval como aquele em que a Regina Duarte espalhou a sua simpatia genuína por toda a avenida. nunca vi tanta gente. acho que praticamente não houve desfile porque toda a gente (uma multidão) rodeava o carro alegórico em que seguia a Viúva Porcina! mas com o apertar do cinto e as novelas a terem menos protagonismo deixaram-se as convidadas, mas manteve-se o desfile noturno. a avenida fica toda iluminada, toda a gente se mascara, grupos mais ou menos organizados saem à rua só para se divertirem! a cidade ganha vida, luz e cor, e naquela noite a diversão é o mote!!

e nós não fomos excepção, este ano lá voltámos a mascarar-nos, desta vez uma Tribo de Índios. pais e filhos, avós e netos, todos nos divertimos, dançámos e cantámos até ao fim! este ano, embora com a febre a ameaçar e umas queixas aqui e ali, meus miúdos aguentaram-se connosco e com os amigos e divertiram-se bastante! andavam mesmo felizes pela a avenida a brincar! o Rodrigo disse-nos que foi o fim de semana mais divertido desde que se lembra de ir a Sines (desde bebé!!)
o tempo ajudou e apesar do "fresquinho" que se sentia não choveu, o que foi maravilhoso! (realmente, não era mal pensado fazerem o Carnaval no verão...)


quer gostem desta época ou não, espero que tenham gostado da minha partilha!!




Podem ver o post de Carnaval de 2017 aqui!)







Sofia**




janeiro 15, 2018

Super Nanny!

a pergunta que todos se colocam nesta segunda feira fria e solarenga: quem assistiu ontem à estreia deste novo programa da SIC?

Eu! EU! 
ok, não foi assim com tamanho entusiasmo, foi mais por curiosidade porque depois dos anúncios - que me deixaram muuuiito de pé atrás - achei que não podia dar a minha opinião sem ver!
E o que achei eu, na minha modesta opinião?


bom, antes de mais, tenho perfeita consciência de que há muitos pais completamente à nora com a educação dos filhos, como lidar com as birras, como saber se eles estão a ultrapassar limites que  já deveriam (ou não) ter interiorizado, se uma palmada os vai traumatizar para sempre, se um grito os vai deixar em pânico.... and so on! e quando digo pais, incluo-me neste grupo. também tenho muitas dúvidas, também erro todos os dias na tentativa de fazer o melhor que posso e sei pelos meus filhos. mas reconheço que nunca pensei recorrer a alguém para me "ensinar" a educá-los. apoio a parentalidade positiva, até tenho alguns livros sobre o assunto, mas enquanto mãe (e psicóloga) acho que no meio da teoria e das rotinas diárias, juntando a personalidade de cada um dos nossos filhos (isto é importante!) e mesmo a nossa, deve imperar o bom senso e um pouco da tal história "cada caso é um caso!


pois, para não me desviar muito do assunto, e sobre o programa Super Nanny?
não consigo encontrar um adjectivo adequado que defina o que vi. percebo a necessidade que há, no lado dos espectadores, de terem um guia para lidar com as questões da parentalidade, perceberia até a existência de um programa que tratasse destes assuntos e esclarecesse os interessados, até aqui tudo bem. mas sinceramente não compreendo muito bem este formato espécie Big Brother Famílias, faz-me alguma confusão. Talvez se fosse feito com figurantes - a mãe pareceu-me genuína nas suas emoções, se for figurante nomeiem-na já para um Oscar - talvez se a a identidade da criança fosse protegida, talvez se a postura da psicóloga fosse... outra. sinceramente, enquanto profissional, custa-me a aceitar uma colega naquele papel. a ética profissional impõe confidencialidade e privacidade nas questões terapêuticas, não a exposição!


a situação que mais me incomodou foi a da hora de deitar. 
ora, uma criança que está há anos habituada a adormecer no sofá a ver tv (exposta a estímulos antes de deitar, péssimo!) dificilmente vai aceitar que, literalmente, de um dia para o outro lhe imponham uma outra rotina. e foi o que aconteceu: a menina já quase dormia no colo da mãe quando lhe disseram que tinha que ir para o quarto dormir. claro que começa a chorar (outro comportamento que adotou há muito, para conseguir o que quer, mas também porque está cansada e com sono). contrariada, cansada, a chorar, já a dizer que sim, quer ir para a cama... solução? sentá-la num banco durante 7 minutos!! (a sério?? só piora!) ÓBVIO que o passo seguinte não foi uma hora de dormir tranquila como se pretende!! Óbvio que a criança (esta ou outra que fosse) fez birra, não porque quer humilhar/desautorizar a mãe, mas porque esta é a maneira que conhece para exprimir a sua zanga (emoção). mais do que fazer de policia, já que estamos num programa televisivo, a psicóloga teria feito melhor em levar esta mãe a compreender este comportamento da filha e ajudá-la a lidar com ele. parece-me a mim, a determinada altura, que tudo é culpa desta criança. e não é!

esta situação incomodou-me porque o que para uns foi birra para mim foi desespero. da criança. o que para uns foi choro/chantagem para mim foi um pedido de ajuda, de colo, de mimo. da criança. o choro da menina, o desespero da mãe (que me parece, precisa realmente de ajuda, não de exposição televisiva), a postura intolerante da psicóloga (as câmaras ali...) enfim, me-do!
não era mais lógico ceder um pouco (relembro que era o primeiro dia de tantas e novas regras) e falar com a criança na manhã seguinte?! E falar com a menina?? alguém viu essa cena?! (eu não!)

nos julgamentos facebookianos já li de tudo. pais e profissionais que adoraram e outros que odiaram. os extremistas que ameaçam com a CPCJ e com o fim da SIC se não acabar com o programa (calma gente, que exagero) e os clássicos que dizem que com uma chapada bem dada fica tudo resolvido! (não!! é verdade que dá vontade, que às vezes até salta uma palmada ou outra, mas não tem benefícios a longo prazo, pelo contrário, só dá cabo da auto estima das nossas crianças!!)



espero que a SIC, canal nº 1 cá em casa, reveja este programa sobretudo as questões ligadas à privacidade das crianças. sim, é verdade que hoje em dia são poucas as que não têm as suas fotografias expostas nas redes sociais, mas uma coisa é expor o sorriso outra, bem diferente, é expor as emoções!!
tenho muitas saudades de programas como o VERDES ANOS, com Laurinda Alves e o Dr. Daniel Sampaio, onde se discutia e elucidava verdadeiramente todos os intervenientes numa dinâmica familiar. (eu era adolescente na altura, mas não perdia um!)
SIC, que tal voltarmos a programas de excelência?? 





janeiro 14, 2018

ora, então vamos à razão nº 1 pela qual este blogue nunca vai ter sucesso....












a propósito do post de ontem, diz-me ele:

-então, escreveste hoje?
- sim.
- e não viste lá nada?
- não... o quê?
- não tinhas um comentário por lá??
- não...
- tens a certeza?


com tanta insistência fui verificar. não vi nada, mas lembrei-me de espreitar a caixa dos comentários, "à espera de moderação"... exclamei:


- ohhh!!
- vês. eu disse-te que tinhas um comentário!
- não, não é isso!! tenho o teu e mais 80 à espera de serem publicados!!!


(a tratar assim quem me lê, vai ser difícil...)





a sério, obrigada pelo feedback ao longo dos variados posts... não foi por mal, é só distracção! prometo estar mais atenta daqui para a frente!!





bom domingo!

Sofia**





janeiro 13, 2018

12.01.2018







ontem contei seis anos desde que aqui escrevi as primeiras palavras. Meia dúzia, mais do que uma mão cheia!
sou sincera quando digo que nunca pensei escrever durante tanto tempo, apesar de nos últimos meses andar pouco assídua, mas o meu principio tem sido o mesmo desde o inicio: escrever quando me apetece, sobre o que me apetece, sendo autêntica e fiel a mim mesma. talvez por isso ande a cozinhar um post com o título "10 razões pelas quais este nunca será um blogue de grande sucesso". e por sucesso refiro-me aquele que é mais perceptível aos olhos dos outros: milhares de seguidores, marcas a atropelarem-se por um post, assuntos repetidos aqui, ali, em todo o lado... não quero parecer, quero ser, acima de tudo.

seis anos e alguns dos que estão desse lado seguem-me desde 2012. sabem que tenho 37 anos, dois rapazes (7 e 4), sou casada há 12 anos, nasci no Porto, cresci no Alentejo e vivo no Algarve. sou psicóloga de formação, ao longo destes anos já trabalhei, já estive sem trabalhar e já voltei a trabalhar novamente, com tudo o que isso implica. já festejei aqui vários aniversários, meus e dos meus, partilhei viagens, receitas, pensamentos, desabafos. já me comprometi a comer melhor e partilhei, a fazer mais exercício, e partilhei. já escrevi sobre as tiradas mais engraçadas dos meus filhos ou as surpresas do meu marido. ao longo destes seis anos, já partilhei o crescimento do Rodrigo, o aparecimento da minha segunda barriga, a relação dos dois irmãos, e o desenvolvimento do Duarte. Sabem que este ano resolvi voltar a calçar uns patins (e não me tenho saído mal), que finalmente comecei o curso de fotografia, há tanto adiado!
em suma, procuro partilhar o lado bom da vida! porque no fundo é do que se trata aqui: partilhar, inspirar, fazer sorrir não querendo assim fazer crer que vivemos numa bolha perfeita, mas não sendo perfeita é nossa, e gostamos de a tratar bem! ;)



Que 2018 vos traga tudo o que se propuserem a conquistar e que este cantinho vos possa fazer sorrir , inspirar ou pelo menos, desanuviar, sempre que aqui passarem!





Kiss, kiss

Sofia**











janeiro 02, 2018

Bom ano! Feliz 2018!


Não passo por cá desde que vos deixei as dicas para as prendas de Natal dos miúdos. Não é por mal, mas o Instagram está mais a jeito, tento passar menos tempo no computador (que é onde me dá mais jeito escrever), os pequenos estiveram de férias e tirámos tempo para eles, família e amigos. O desapego foi tanto que me esqueci de pagar a conta da água e de ir ao banco cancelar um cartão... OMG!
Mas cá estamos em 2018, depois de um Natal de mesa cheia e visitas aos mais chegados, uma passagem de ano com direito à companhia de amigos e um fogo de artificio lindo, não nos podemos queixar.





Para quem passa pelo nosso IG, percebeu que recebi uns patins pelo Natal. Em miúda andei na patinagem e adorava, e desde que me lembro que sigo (e sonho) com os campeonatos de patinagem no gelo. A leveza com que elas dançam e rodopiam em cima de lâminas sempre me fascinou. Este ano, o Rodrigo começou a ter patinagem na escola e também adora - este meu filho é uma espécie de Ás em tudo o que mete rodas - e eu comecei a alimentar o bichinho de experimentar também! Ultimamente tenho vontade de me desafiar, conquistar novas competências em diferentes áreas, e manter-me activa e em forma, é uma delas. Não tem que ser nada competitivo com outros, basta que seja comigo! 
E eis que o pai Natal das crianças me surpreendeu com este presente! Ontem, dia 1, lá fomos experimentar e nem vos conto, achei que o melhor era devolver os patins. Aquilo rolava sem eu querer, tomava balançou de uma forma quase incontrolável, e eu achei que o melhor era não largar nunca o meu apoio (ele!). Entre dicas do mais velho e treinos de equilíbrio na relva - um truque para treinar e que também dá para a bicicleta - lá arrisquei a patinar na pista! E voilá, consegui!!

A sensação de alcançar algo que desejamos é indescritível, não é? É tão bom quando conseguimos fazer algo que desejamos muito! E era isto que eu sonhava quando fechava os olhos, via-me a deslizar sobre rodas, num misto de liberdade e equilíbrio que só se consegue em momentos únicos! Claro que preciso de muito treino, melhorar a postura, praticar as viragens (sobretudo quando surgem obstáculos) mas acho que para primeira vez, depois de muitos anos, está bem bom!



E você, que desafios se propuseram para este novo ano? Novas aprendizagens, novos lugares para conhecer, que mudanças querem conquistar?

Independentemente do que desejam, espero que tenham muita saúde e amor, tudo o resto vem por acréscimo!




Um excelente 2018 para todos os que me lêem e obrigada pelas mensagens simpáticas!!!


Sofia**






dezembro 19, 2017

Natal para eles!!







Ainda não comprei prendas de Natal, á excepção destes livros para os meus pequenos.
Acho mesmo que é a melhor prenda que lhes podemos dar. Não é a que recebe mais entusiasmo quando rasgam o embrulho, pelo contrário, mas é certamente aquela a que recorrem mais ao longo de todo o ano, quer para nos pedirem para ler, para simplesmente folhearem ou, no caso do Rodrigo, para tentar ler sozinho!
Na imagem de cima estão os livros que vão para o sapatinho este ano e na de baixo os do ano passado!
Aceito mais sugestões e dicas de prendas... já disse que ainda não comprei nada???



Boas festas!

Sofia**










dezembro 11, 2017

08 de dezembro de 2017






Conto doze, uma dúzia. 
Bem vistas as coisas, há muita aritmética nas relações. 
Uma dúzia partilhada na igualdade que se faz da soma, do tu e do eu, neste conjunto que somos nós. Um conjunto enquadrado em imperfeições, mas tão bonito. 
És trevo de quatro folhas!



novembro 20, 2017

Plantas em casa - quem gosta?

Ando a namorar umas plantas para espalhar pela casa, acho mesmo que podem dar vida e cor aos espaços. Ainda não sei bem quais, mas se como eu estão com as mesmas ideias, aqui ficam umas sugestões de como cuidar e dicas de quais escolher! 














Boa segunda!!

Sofia**






novembro 19, 2017

semana dificil

sabemos que tudo tem um fim, conhecemos a finitude da vida, uns mais de perto do que outros, mas de alguma forma já estivemos em contacto. sabemos que nada é para sempre, mas temos sempre o fim como uma certeza muito distante. é daqui a muitos anos, é quando já formos velhinhos, os nossos filhos crescidos, quem sabe os netos, cabelos prata a rodear as rugas da experiência. a verdade é que ninguém está preparado para o fim daquilo que é tão bom. a vida.





há duas semanas, enquanto conversava com uma amiga, reparei que tinha um "alto" no pescoço, mesmo por baixo do queixo. achei (muito) estranho, mas continuei o meu dia normalmente. mas ficou ali a matutar e quase inconscientemente, volta e meia lá estava eu a apalpar aquele alto, que parecia ter o tamanho de uma amêndoa. 
não costumo ser muito alarmista com nada, nem quando são coisas com os meus filhos, consigo ter cabeça fria e ser pragmática sem entrar em pânico. mas desta vez foi diferente. houve um medo, uma nuvem de pensamentos negativos que me invadiu de uma maneira que nem consigo explicar bem. ia trabalhar e, no carro, as lágrimas corriam-me só de pensar que não ia ver os meus filhos crescer, que ia perder anos tão bons junto do meu marido, os planos, as viagens, a família, os amigos... parece ridículo agora, mas imaginei as despedidas, cheguei a escrever cartas (em pensamento) com mensagens para as pessoas mais importantes da minha vida. os meus filhos, os meus filhos... parece ridículo agora, mas eu via realmente algo de mau a acontecer. e eu tão feliz, tão jovem, dois filhos pequenos, as pessoas diziam... como nunca tal me tinha acontecido, este tipo de reacção,  este tipo de pensamentos, achei mesmo que só podia ser real.

entretanto consegui consulta com a minha médica. o alto estava maior, mas ia na expectativa de chegar lá e que ela se risse (no sentido figurado) da minha preocupação, que aquilo seria uma amigdalite disfarçada ou qualquer coisa muito banal. mas não. com a sua calma natural, indicou-me que fizesse uma ecografia com um especialista que, se achasse por bem, faria logo uma biopsia! 
fiquei para morrer e desabei! claro que ela me confortou e disse que estas coisas podem não ser nada, mas que tem que se ver, ter a certeza, patati-patatá... só chorei, fartei-me de chorar ali mesmo. ela confortou-me mas não me disse nada do que eu queria ouvir, do género: isso não é nada, não seja ridícula! 
na mesma semana, fui vista por um otorrino (parece que para coisas no pescoço, a especialidade é esta!) e fiz a ecografia. e na mesma semana gastei qualquer reservatório de lágrimas que pudesse ter...


na mesma semana, coloquei-me tantas vezes no lugar do outro. aquele que sente que algo estranho se passa e aguarda ansiosamente pela consulta. aquele que ouve, incrédulo, o diagnóstico. aquele que sofre junto. aquele que vai buscar forças que pensa não ter e luta com tudo o que tem, para adiar o fim. 
eu dou valor a tudo o que tenho. sempre dei. a todos os que tenho. tenho consciência de que a vida, não sendo perfeita, é maravilhosa, e agradeço muito por isso. não me queixo. e esta semana agradeci em dobro. 
o diagnóstico chegou: pedra na glândula sub-lingual (nem sabia que existia). antibiótico, dieta e consulta para revisão. nada de mais, respiro fundo e sorrio. 
todos temos noção da finitude, que nada é para sempre, mas todos cremos que o fim será bem longe, num velhinhos distante, daqui a muitos anos, no ciclo natural da vida. ter a noção clara de que o fim pode ser já ali, torna cada dia único, percebemos que nada é para sempre e que temos mesmo que agradecer, viver cada dia como se fosse o último e dar valor às coisas mais simples mas mais bonitas da vida. 
e isto, não são frases do Pinterest, é a realidade!




Boa semana! Aproveitem bem!



Sofia**










novembro 14, 2017

good things...





tenho escrito muito menos do que gostaria, muito menos do que as ideias e histórias que passeiam em mim, mas o tempo tem sido curto, e um assalto anímico na semana passada, pregou-me uma partida. 
para equilibrar, a escassez do tempo deve-se a coisas muito boas, e coisas muito boas levam o seu tempo.... é aproveitar! 



Boa semana!!

Sofia**










novembro 07, 2017

À sua procura

Imaginem que passeavam numa feira de antiguidades e davam de caras com um livro datado dos anos 60, cheio de fotografias a preto e branco, tipo passe, de completos desconhecidos. 
Imaginem que até viviam em Lisboa e descobriam essa preciosidade no Porto.
Imaginem que gostavam muito de fotografia, e até faziam desse o vosso modo de vida. 

O que faziam com este livro?




O Pau Storch teve a generosidade de tratar este livro como algo precioso, que na realidade é. Viu além das caras e das expressões, viu mais do que simples fotografias "tipo passe", viu histórias de vida, viu caminhos que seguiram os seus rumos e quem sabe agora podem voltar a cruzar-se. E anda à sua procura!
Este é um projecto que vale a pena partilhar! E quem sabe não descobrem uma cara conhecida, uma história com que se identificam. Eu ando à procura!  ;)








Dia bom!
Sofia**











outubro 31, 2017

Happy Halloween!


Os meus filhos foram mascarados para a escola.
No infantário do pequeno (4 anos), tudo numa grande festa. Bruxinhas, dráculas, vampiros todos eufóricos com um dia diferente, um dia de faz de conta.
Na escola do mais velho (7 anos), depois de ontem terem avisado que podiam ir vestidos para o Halloween, hoje barraram todas as máscaras à entrada. Os pais do 1º ano não queriam ver os filhos assustados...

(já dizia a Alanis: isn't it ironic...)



Happy Halloween!


#omundoaocontrário #ospaisdascrianças




Divirtam-se!!


Sofia**